05 de janeiro de 2018

Novos tipos de arroz crescem em água salgada

Descoberta pode ajudar a produzir alimento suficiente para cerca de 200 milhões de pessoas

 

Redação Fatos & Notícias

Na China, há aproximadamente um milhão de quilômetros quadrados de terras não plantadas devido ao alto nível de salinização (Foto: Thanata SDcom/iStock)

Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Yangzhou, na China, encontrou quatro tipos de arroz que se desenvolvem excepcionalmente bem na água salgada.
Mais de 200 tipos diferentes de arroz foram plantados em um campo próximo a Qingdao, cidade litorânea da província de Snadong. Dessas espécies, quatro superaram as expectativas.
No experimento, foi utilizada água salina diluída no solo. A produção esperada era de 4,5 toneladas de arroz por hectare, mas o cultivo respondeu tão bem que o resultado ficou entre 6,5 e 9,3 toneladas por hectare.
Na China, há aproximadamente um milhão de quilômetros quadrados de terras não plantadas devido ao alto nível de salinização. Com a nova descoberta, os pesquisadores pretendem ocupar essas terras com plantações, o que pode interferir na paisagem do país.
A utilização de apenas um décimo dessa área já permite a produção de cerca de 50 milhões de toneladas de comida, número suficiente para alimentar 200 milhões de pessoas.
A pesquisa apontou ainda outros benefícios dessa variedade de arroz. Na teoria, os solos salinos possuem uma concentração de cálcio e outros microelementos em abundância, de modo que o arroz colhido ali será rico nesses tipos de nutrientes.

O solo também dificulta o crescimento de bactérias patogênicas, deixando o grão menos exposto a pragas, e portanto, menos contaminado por pesticidas.

A China, maior país importador do grão, possui um papel fundamental no desenvolvimento dos preços das commodities. O país lidera esse tipo de pesquisa desde os anos 1970 e parece, enfim, ter chegado a um resultado positivo não só a título de alimentação, como também de economia: a produção de arroz chinesa, que gira em torno de 145 milhões de toneladas, aumentaria mais 20% com as novas possibilidades de plantio.

Fonte: Superinteressante



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