06 de fevereiro de 2018

Pinturas curiosas enfeitam tumba de sacerdotisa egípcia de 4,4 mil anos

Túmulo recém-descoberto pertenceu a Hetpet, sacerdotisa da Quinta Dinastia: macacos dançarinos ilustram o local

 

Redação Fatos & Notícias

Pinturas na parede da recém-descoberta tumba de Hetpet (Foto: Ministry of Antioquities)

Há 4,4 mil anos, em um período da história do Egito conhecido como Quinta Dinastia, Hetpet era uma nobre. Sacerdotisa, ela era a representante na terra de Hathor, deusa da fertilidade e maternidade. Essa história, porém, só pôde ser melhor compreendida graças à descoberta de sua tumba durante escavações no cemitério ocidental de Guizé. 
Tumbas de altos oficiais das dinastias egípcias são encontradas na região desde 1842, mas a recém-descoberta da missão arqueológica comandada por Mostafa Wazir, Secretário Geral do Conselho Supremo de Antiguidades, se destaca pelo estado de conservação das curiosas pinturas em seu interior.

A tumba foi construída com estilo arquitetônico e decorativo com elementos da Quinta Dinastia, com entrada que leva a um santuário em formato de “L”, com uma bacia de purificação. Em um dos cantos, há uma arcada retangular com espaço para a queima de incenso e oferendas.

Nas paredes, diversas pinturas mostram Hetpet em diferentes cenas de caça e pesca, ou sentada em frente a uma mesa em que recebe ofertas de suas crianças. Colheitas de frutas, forja de metais, fabricação de barcos e performances musicais e dançantes também são apresentadas.

Pinturas representam Hetpet e a sociedade egípcia em diversas circunstâncias (Foto: Ministry of Antioquities)


Nas pinturas mais interessantes, no entanto, os protagonistas são macacos. Na época era normal que fossem criados como animais de estimação, e aparecem colhendo frutas e dançando em frente a uma orquestra. Para infelicidade geral, porém, os primatas não aparecem nas imagens divulgadas pelas autoridades egípicias. 
De acordo com as informações publicadas na página do Ministério das Antiguidades, os macacos já apareceram em outras tumbas previamente encontradas. Mas na de “Ka-lber”, a alguns quilômetros dali, em Saqqara, os macacos aparecem dançando em frente a um violão, e não de uma orquestra inteira. 

Fonte: Galileu.com



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