{"id":11221,"date":"2020-11-16T14:16:42","date_gmt":"2020-11-16T17:16:42","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/?p=11221"},"modified":"2020-11-16T14:16:47","modified_gmt":"2020-11-16T17:16:47","slug":"mandioca-ou-macaxeira-pesquisadora-paraense-explica-as-diferencas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/index.php\/2020\/11\/16\/mandioca-ou-macaxeira-pesquisadora-paraense-explica-as-diferencas\/","title":{"rendered":"Mandioca ou macaxeira? pesquisadora paraense explica as diferen\u00e7as"},"content":{"rendered":"\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><em>A planta j\u00e1 cultivada pelos \u00edndios antes mesmo da chegada dos portugueses ao Brasil. Hoje \u00e9 um dos maiores produtores do mundo<\/em><\/h6>\n\n\n\n<p>\u00c9 macaxeira ou \u00e9 mandioca? &#8220;A esp\u00e9cie \u00e9 Manihot esculenta Crantz para ambas, o que diferencia \u00e9 o teor de cianeto presente na raiz&#8221;, explica a professora Priscilla Andrade, do curso de Ci\u00eancia e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal Rural da Amaz\u00f4nia (Ufra). &#8220;A Manihot esculenta Crantz \u00e9 origin\u00e1ria da Amaz\u00f4nia, planta j\u00e1 cultivada pelos \u00edndios antes mesmo da chegada dos portugueses ao Brasil. O Brasil \u00e9 um dos maiores produtores mundiais, com produ\u00e7\u00e3o de 23 milh\u00f5es de toneladas de ra\u00edzes frescas de mandioca e o per\u00edodo da safra \u00e9 de janeiro a julho&#8221;, diz.<br>A macaxeira pode ser consumida logo ap\u00f3s um curto per\u00edodo de cozimento. Enquanto a mandioca, a indica\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas o consumo de seus derivados, ap\u00f3s prepara\u00e7\u00e3o e retirada de todo veneno. A macaxeira tamb\u00e9m \u00e9 conhecida como mandioca mansa ou aipim, e possui menos de 50 mg de HCN por kg de raiz fresca sem casca. J\u00e1 a mandioca, ou mandioca brava, apresenta acima de 100 mg de HCN por kg de raiz fresca sem casca. E n\u00e3o adianta tentar fazer essa identifica\u00e7\u00e3o s\u00f3 no &#8220;olh\u00f4metro&#8221;, como explica a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;N\u00e3o \u00e9 recomend\u00e1vel a identifica\u00e7\u00e3o visual ao se procurar por particularidades nos tipos de mandioca. Tanto a macaxeira quanto a mandioca brava podem apresentar pele branca ou rosada, caule verde ou rosado ou alguma caracter\u00edstica semelhante nas ra\u00edzes. Esses dois tipos s\u00e3o bastante parecidos e n\u00e3o podem ser diferenciados a olho nu, precisando de uma an\u00e1lise laboratorial para quantifica\u00e7\u00e3o do \u00e1cido cian\u00eddrico&#8221;, diz.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>No Par\u00e1, os maiores produtores s\u00e3o os munic\u00edpios do Acar\u00e1, Santar\u00e9m, Oriximin\u00e1, Alenquer e \u00d3bidos. E a maior parte da destina\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes \u00e9 para produ\u00e7\u00e3o de farinha de mesa, consumida no pr\u00f3prio Estado.<br>Para a Sociedade Nacional de Agricultura (SNA) e a empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), a planta de mandioca \u00e9 considerada como o &#8220;P\u00e3o do Brasil&#8221;, pois da planta pode-se utilizar todas as suas partes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"800\" src=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11222\" srcset=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca3.jpg 600w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca3-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption><em>Manihot esculenta Crantz \u00e9 origin\u00e1ria da Amaz\u00f4nia (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Ufra)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>De acordo com a pesquisadora, a classifica\u00e7\u00e3o est\u00e1 relacionada ao teor de \u00e1cido cian\u00eddrico, e pode ser considerada da seguinte forma:<br>Mandioca brava, amarga ou industrial: &#8220;N\u00e3o pode ser consumida crua, sendo totalmente utilizada na ind\u00fastria aliment\u00edcia. Logo, seus produtos s\u00e3o alimentos derivados da mandioca, como as farinhas, f\u00e9culas, gomas e outros. Tamb\u00e9m \u00e9 utilizada em aditivos alimentares, como por exemplo, espessantes para embutidos. J\u00e1 quanto a produtos n\u00e3o aliment\u00edcios, pode ser usada em embalagens, colas, minera\u00e7\u00e3o, ind\u00fastria t\u00eaxtil, farmac\u00eautica e outros&#8221;, diz.<br>Mandioca mansa, de mesa ou aipim: &#8220;Apresentam baixos teores de \u00e1cido cian\u00eddrico, podem ser consumidas sem necessidade de muito processamento. E s\u00e3o esses os produtos: mandioca in natura, minimamente processada; mandioca pr\u00e9-cozida e congelada, com grande comercializa\u00e7\u00e3o; e a mandioca sob a forma de Snack, produto que vem conquistando mercado&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Folhas<\/h4>\n\n\n\n<p>A folha triturada da mandioca recebe o nome de maniva e, al\u00e9m de ser fonte de prote\u00ednas e fibra, \u00e9 muito conhecida pelos paraenses, j\u00e1 que a maniva \u00e9 o ingrediente principal de um prato t\u00edpico da regi\u00e3o: a mani\u00e7oba. Mas n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 os amaz\u00f4nidas que apreciam a maniva. De acordo com a professora, as folhas da mandioca s\u00e3o consumidas em pelo menos 60% dos pa\u00edses da \u00c1frica subsaariana e em alguns pa\u00edses asi\u00e1ticos, como Indon\u00e9sia, Filipinas e Mal\u00e1sia.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;As folhas da mandioca s\u00e3o consumidas como fonte de vitaminas e minerais, principalmente por mulheres gr\u00e1vidas, em Serra Leoa e na Lib\u00e9ria, para aumentar produ\u00e7\u00e3o de leite materno. No Brasil, para combater a desnutri\u00e7\u00e3o, o p\u00f3 da folha da mandioca foi formulado como um suplemento alimentar &#8220;multimistura&#8221;, para ser utilizado principalmente por mulheres gr\u00e1vidas e crian\u00e7as&#8221;, diz.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Mas esse consumo jamais deve ocorrer sem o cozimento da folha, e por um longo per\u00edodo, como explica a pesquisadora. &#8220;A toxidade das folhas de mandioca, ocasionada pelo teor de cianeto, restringe o uso in natura. A melhor forma de manuseio visando a redu\u00e7\u00e3o do teor de \u00e1cido cian\u00eddrico \u00e9 a t\u00e9cnica de triturar as folhas antes de cozinhar&#8221;, alerta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"562\" src=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca_2.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11223\" srcset=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca_2.jpeg 1000w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca_2-300x169.jpeg 300w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca_2-768x432.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption><em>A folha da mandioca \u00e9 fonte de prote\u00ednas e fibra (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Ufra)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O per\u00edodo de cozimento da maniva tradicionalmente \u00e9 de sete dias. A <strong><a href=\"http:\/\/www.ioepa.com.br\/pages\/2016\/2016.05.09.DOE.pdf\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 1<\/a><\/strong> de 06 de maio de 2016 da Ag\u00eancia de Defesa Agropecu\u00e1ria do Estado do Par\u00e1 (Adepara) preconiza o cozimento da maniva por um tempo m\u00ednimo de 50 horas, a uma temperatura de 100\u00baC, para que n\u00e3o ocorra risco de envenenamento.<br>&#8220;A legisla\u00e7\u00e3o brasileira preconiza que a concentra\u00e7\u00e3o m\u00e1xima tolerada de \u00e1cido cian\u00eddrico \u00e9 de 4 mg\/kg, com base nesses crit\u00e9rios deve-se obedecer ao tempo m\u00ednimo de 50 horas a 100\u00baC. Mas em termos de paladar, o tempo e a forma de preparo fica a crit\u00e9rio do cozinheiro&#8221;, diz. A pesquisadora alerta ainda que o mal cozimento da maniva pode acarretar em fraqueza geral, dificuldade de respira\u00e7\u00e3o, dor de cabe\u00e7a, n\u00e1useas e v\u00f4mitos, que podem ser seguidos, de acordo com a intensidade do envenenamento, por inconsci\u00eancia e morte.<br>Segundo informa\u00e7\u00f5es da <a href=\"http:\/\/www.ioepa.com.br\/pages\/2016\/2016.05.09.DOE.pdf\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\"><strong>Adepara<\/strong><\/a>, o Par\u00e1 possui seis unidades produtoras de manivas registradas, que chegam a produzir 180 toneladas de maniva pr\u00e9-cozida todos os anos. Cinco delas est\u00e3o localizadas na regi\u00e3o nordeste do Par\u00e1, quatro no munic\u00edpio de Santo Ant\u00f4nio do Tau\u00e1 e uma em Inhangapi. A sexta unidade est\u00e1 localizada no distrito de Icoaraci.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Projeto<\/h4>\n\n\n\n<p>A professora atualmente coordena o Projeto de pesquisa intitulado &#8220;Qualidade de Sistemas de plantio de a\u00e7a\u00ed e mandioca, produzido pelos pequenos produtores agroindustriais do Estado do Par\u00e1&#8221;, juntamente com professores dos Cursos de Gradua\u00e7\u00e3o em Agronomia e Ci\u00eancia e Tecnologia de Alimentos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;O objetivo do projeto \u00e9 avaliar as caracter\u00edsticas f\u00edsicas do solo, biom\u00e9trica das plantas, f\u00edsico-qu\u00edmica dos frutos de a\u00e7a\u00ed e das ra\u00edzes de mandioca e dos produtos aliment\u00edcios produzidos pelos pequenos produtores agroindustriais do Estado do Par\u00e1&#8221;, explica.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"626\" src=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca_4.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11224\" srcset=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca_4.jpeg 1000w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca_4-300x188.jpeg 300w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca_4-768x481.jpeg 768w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mandioca_4-350x220.jpeg 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption><em>Projeto &#8220;Qualidade de Sistemas de plantio de a\u00e7a\u00ed e mandioca, produzido pelos pequenos produtores agroindustriais do Estado do Par\u00e1&#8221; (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Ufra)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O projeto teve in\u00edcio em 2018 e j\u00e1 foram avaliadas cinco propriedades de pequenos produtores de mandioca oriundos do munic\u00edpio de Parauapebas, no sudeste do Par\u00e1.<br>&#8220;Foram observadas diferen\u00e7as no desenvolvimento das plantas entre os produtores estudados, tamb\u00e9m foi realizada a caracteriza\u00e7\u00e3o f\u00edsica, qu\u00edmica e sensorial das ra\u00edzes de mandioca de diferentes variedades. N\u00f3s desenvolvemos produtos como mandioca minimamente processada, doces de mandioca com diferentes sabores, como brigadeiro, beijinho, coco, goiabada e queijo. Tamb\u00e9m j\u00e1 foram realizados dois trabalhos de conclus\u00e3o de Curso de discentes da Agronomia, e atualmente dez bolsistas desenvolvem trabalhos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica no projeto&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Lenda da mandioca<\/h4>\n\n\n\n<p>Em uma certa tribo ind\u00edgena a filha do cacique estava gr\u00e1vida. Tomando conhecimento de tal fato, o cacique ficou muito triste, pois sonhava que a sua filha iria se casar com um forte e ilustre guerreiro. No entanto, ela estava esperando um filho de um desconhecido.<br>Uma noite, o cacique sonhou que um homem branco aparecia em sua frente dizendo para ele que n\u00e3o ficasse triste, pois sua filha n\u00e3o o enganaria; ela continuava sendo pura. A partir desse dia, o cacique voltou a ser alegre e a tratar bem sua filha novamente. Algumas luas se passaram e a \u00edndia deu \u00e0 luz a uma linda menina de pele muito branca e delicada que recebeu o nome Mani.<br>Mani era uma crian\u00e7a muito inteligente e alegre, sendo muito querida por todos da tribo. Mas um dia, em uma manh\u00e3 ensolarada, Mani n\u00e3o acordou cedinho como de costume. Sua m\u00e3e foi acord\u00e1-la e a encontrou morta. A \u00edndia, desesperada, resolveu enterr\u00e1-la \u00e0 entrada da maloca. Todos os dias a cova era regada pelas l\u00e1grimas saudosas de sua m\u00e3e.<br>Um dia, quando a m\u00e3e de Mani foi at\u00e9 a cova para reg\u00e1-la novamente com l\u00e1grimas, percebeu que uma bela planta havia nascido naquele local. Era uma planta totalmente diferente das demais e desconhecida de todos os \u00edndios da floresta. A m\u00e3e de Mani come\u00e7ou a cuidar desta plantinha com todo o carinho, at\u00e9 que um dia percebeu que a terra a sua volta apresentava rachaduras.<br>A \u00edndia imaginou que sua filha estava voltando \u00e0 vida e, cheia de esperan\u00e7a, come\u00e7ou a cavar a terra. Em lugar de sua querida filhinha encontrou as grossas ra\u00edzes da planta, branca como o leite, e que veio tornar-se alimento principal de todas as tribos ind\u00edgenas&#8221; (Fonte: Maria do Carmo Pereira Coelho, 2003).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"758\" src=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/lenda-da-mandioca.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11225\" srcset=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/lenda-da-mandioca.jpg 1000w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/lenda-da-mandioca-300x227.jpg 300w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/lenda-da-mandioca-768x582.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption><em>Lenda da Mandioca (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Xapuri Soioambiental)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Lenda da Mandioca:<\/strong> COELHO, Maria C. P.\u00a0<strong>As narra\u00e7\u00f5es da cultura ind\u00edgena da Amaz\u00f4nia<\/strong>: lendas e hist\u00f3rias. 2003. 223 f. Tese de doutorado (Lingu\u00edstica). Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo, S\u00e3o Paulo, 2003. Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"about:blank\">http:\/\/www.educadores.diaadia.pr.gov.br\/arquivos\/File\/2010\/artigos_teses\/LinguaPortuguesa\/Maria_carmo.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Fonte: <a href=\"https:\/\/portalamazonia.com\/noticias\/cidades\/mandioca-ou-macaxeira-pesquisadora-do-para-explica-as-diferencas\">Portal Amaz\u00f4nia<\/a><\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A planta j\u00e1 cultivada pelos \u00edndios antes mesmo da chegada dos portugueses ao Brasil. 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