{"id":3103,"date":"2020-04-13T11:20:36","date_gmt":"2020-04-13T14:20:36","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/?p=3103"},"modified":"2020-04-13T11:20:42","modified_gmt":"2020-04-13T14:20:42","slug":"a-mascara-da-morte-rubra-confinamento-e-loucura-em-edgar-allan-poe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/index.php\/2020\/04\/13\/a-mascara-da-morte-rubra-confinamento-e-loucura-em-edgar-allan-poe\/","title":{"rendered":"\u201cA m\u00e1scara da morte rubra\u201d: confinamento e loucura em Edgar Allan Poe"},"content":{"rendered":"\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><em>Em tempos de pandemia, conto de horror, publicado em 1842, voltou a frequentar cabeceiras pelo mundo. E tem muito a dizer sobre n\u00f3s mesmos. Saiba mais na coluna de Oscar Nestarez<\/em><\/h6>\n\n\n\n<p>L\u00e1 fora, a peste; aqui dentro, a loucura.<br>Em certa medida, essa formula\u00e7\u00e3o resume A m\u00e1scara da morte rubra, conto de Edgar Allan Poe, publicado pela primeira vez em maio de 1842, cujo enredo aborda o desvario diante de uma epidemia. De acordo com bi\u00f3grafos, Poe inspirou-se no relato de um conterr\u00e2neo, o tamb\u00e9m escritor Nathaniel Parker Willis, que teria participado de um \u201cbaile de c\u00f3lera\u201d em Paris. Com efeito, o contexto do conto \u00e9 o surto de c\u00f3lera que atacou a Europa \u2014 mais especificamente a Fran\u00e7a \u2014 na primeira metade do s\u00e9culo 19.<br>Na hist\u00f3ria de Poe, enquanto a chamada \u201cmorte rubra\u201d devasta a regi\u00e3o, o destemido pr\u00edncipe Pr\u00f3spero decide reunir e trancar, em uma abadia fortificada, mil amigos escolhidos entre os cavaleiros e as damas de sua corte. Ap\u00f3s alguns meses de confinamento, quando a pestil\u00eancia atinge o \u00e1pice do lado de fora da abadia, o pr\u00edncipe acha por bem oferecer um baile de m\u00e1scaras \u201cda magnific\u00eancia mais extraordin\u00e1ria\u201d. A hist\u00f3ria se det\u00e9m nessa festa, que, em certo momento, receber\u00e1 um assustador intruso.<br>Em tempos de pandemia, o conto de Poe voltou \u00e0 cabeceira de muita gente. Neste texto, publicado recentemente na Folha de S. Paulo, a escritora e ensa\u00edsta Dirce Waltrick do Amarante compara o baile de Pr\u00f3spero \u00e0 atitude de certos governantes \u2014 alguns deles, inclusive, declarando-se atletas. Em uma leitura perspicaz, Amarante aproxima o del\u00edrio coletivo conduzido pelo pr\u00edncipe de Poe \u00e0 postura de l\u00edderes que n\u00e3o apenas parecem ignorar a gravidade da situa\u00e7\u00e3o, como agem de forma diametralmente oposta \u00e0s recomenda\u00e7\u00f5es de profissionais de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Pesadelos \u00edntimos e coletivos<\/h4>\n\n\n\n<p>Neste espa\u00e7o, por\u00e9m, procuraremos situar o conto fora do espectro pol\u00edtico. A ideia aqui \u00e9 verificar como o relato de Poe cristaliza um comportamento humano recorrente diante das cat\u00e1strofes de enormes propor\u00e7\u00f5es: o desregramento e a loucura.<br>Quem revela essa recorr\u00eancia \u00e9 o historiador franc\u00eas Jean Delumeau (1923 &#8211; 2020), autor de Hist\u00f3ria do medo no Ocidente, monumental ensaio publicado originalmente em 1978. O estudo de Delumeau abrange o per\u00edodo que vai dos s\u00e9culos 14 ao 18, e investiga os pesadelos \u2014 tanto \u00edntimos quanto coletivos \u2014 que assolaram a civiliza\u00e7\u00e3o ocidental ao longo desse tempo, muitos dos quais persistem at\u00e9 hoje.<br>No cap\u00edtulo dedicado \u00e0s pestes, o historiador lembra que, frente ao avan\u00e7o das epidemias que aniquilaram boa parte da popula\u00e7\u00e3o europeia, eram \u201cFrequentes [\u2026] as bebedeiras e os desregramentos inspirados pelo desejo fren\u00e9tico de aproveitar os \u00faltimos momentos de vida. Era o carpe diem vivido com uma intensidade exacerbada pela imin\u00eancia quase certa de um horr\u00edvel trespasse\u201d.<br>A prop\u00f3sito, a descri\u00e7\u00e3o de Delumeau sobre os efeitos das pestes nas cidades medievais assombra pela forma como reverbera em tempos de Covid-19: \u201cEvita-se abrir as janelas da casa e descer \u00e0 rua. As pessoas esfor\u00e7am-se em resistir, fechadas em casa, com reservas que se p\u00f4de acumular. Se assim mesmo \u00e9 preciso sair para se comprar o indispens\u00e1vel, imp\u00f5em-se precau\u00e7\u00f5es. Fregueses e vendedores de artigos de primeira necessidade s\u00f3 se cumprimentam a dist\u00e2ncia e colocam entre si o espa\u00e7o de um largo balc\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"703\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/a-mascara-da-morte-rubra-703x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3104\" srcset=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/a-mascara-da-morte-rubra-703x1024.jpg 703w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/a-mascara-da-morte-rubra-206x300.jpg 206w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/a-mascara-da-morte-rubra-768x1118.jpg 768w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/a-mascara-da-morte-rubra.jpg 1000w\" sizes=\"auto, (max-width: 703px) 100vw, 703px\" \/><figcaption><em>A M\u00e1scara da Morte Rubra, conto de Edgnar Allan Poe (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Cenografia do horror<\/h4>\n\n\n\n<p>De certa forma, isso \u00e9 o que fazem Pr\u00f3spero e seus mil amigos \u201cs\u00e3os e despreocupados\u201d: exilam-se do mundo, confinados na fortaleza do pr\u00edncipe. Mas logo se mostram desvairados. Afinal, todas as provid\u00eancias foram tomadas para que eles se divirtam ao m\u00e1ximo poss\u00edvel. Dentro da abadia, h\u00e1 buf\u00f5es, atores, dan\u00e7arinos, m\u00fasicos, vinho\u2026 \u201cTudo isso, mais a seguran\u00e7a. L\u00e1 fora, a \u2018Morte Rubra\u2019\u201d.<br>A prop\u00f3sito, os espa\u00e7os t\u00eam papel central na narrativa. Mais especificamente os sete sal\u00f5es onde ocorre o baile. Ex\u00edmio cen\u00f3grafo do horror que era, Poe cuidou de todos os detalhes, da ilumina\u00e7\u00e3o (em cada sal\u00e3o predomina uma cor) \u00e0 tape\u00e7aria e \u00e0s cortinas, para acentuar o arrepio \u2014 depois transformado em horror e avers\u00e3o \u2014 causado pela chegada de uma certa figura mascarada.<br>A sonoridade tamb\u00e9m se destaca na composi\u00e7\u00e3o do conto. Durante toda a narrativa, soa o gigantesco rel\u00f3gio de \u00e9bano localizado no \u00faltimo sal\u00e3o, em que predominam a cor negra e no qual poucos ousam entrar. Os badalos macabros ditam o ritmo da narrativa. Trovejando de hora em hora, o rel\u00f3gio cala, por alguns momentos, a m\u00fasica e o vozerio do baile, lembrando os convivas de que a morte anda \u00e0 espreita; sen\u00e3o pela peste, por Cronos, que a tudo devora.<br>Conjugada com a ambi\u00eancia sinistra, a sonoplastia de Poe se prova imensamente eficaz. Os badalos intensificam o suspense e preparam o terreno para o confronto final entre Pr\u00f3spero e a figura \u201calta e descarnada, e amortalhada da cabe\u00e7a aos p\u00e9s nas roupagens do t\u00famulo\u201d que de repente surge no baile. O embate se d\u00e1 no exato momento em que o rel\u00f3gio soa \u00e0 meia-noite.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Shakespeare e arrog\u00e2ncia<\/h4>\n\n\n\n<p>Cabe apontarmos, tamb\u00e9m, a influ\u00eancia de William Shakespeare em A m\u00e1scara da morte rubra. Mais especificamente da pe\u00e7a A tempestade (1610-1611), cujo protagonista, o duque Pr\u00f3spero, empenha-se para arranjar o futuro da pr\u00f3pria filha, Miranda, e vingar-se de antigos inimigos. Seus maiores triunfos s\u00e3o a ilus\u00e3o e a manipula\u00e7\u00e3o; assim sendo, n\u00e3o parece fortuito que Poe tenha escolhido tal nome para batizar seu ardiloso pr\u00edncipe.<br>Outro eco percept\u00edvel no conto vem da antiguidade cl\u00e1ssica. Referimo-nos ao conceito de h\u00fabris, termo grego que hoje pode ser traduzido como \u201cpassar dos limites\u201d, ou mesmo \u201carrog\u00e2ncia\u201d. Na mitologia e nas trag\u00e9dias gregas, s\u00e3o in\u00fameros os exemplos de figuras que demonstraram confian\u00e7a ou orgulho excessivos, e por isso despertaram a ira dos deuses. Ulisses, \u00c9dipo e Prometeu talvez sejam os mais conhecidos. Da mesma forma, a arrog\u00e2ncia do pr\u00edncipe Pr\u00f3spero n\u00e3o passar\u00e1 em branco.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Unidade de impress\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n<p>Encontramos tudo isso dentro de um dos contos mais curtos de Edgar Allan Poe. Aqui, o autor segue \u00e0 risca um de seus mais consagrados ensinamentos, a respeito da brevidade do texto. Afirma Poe no famoso ensaio A filosofia da composi\u00e7\u00e3o (1846): \u201cSe qualquer obra liter\u00e1ria for longa demais para ser lida em apenas uma sentada, deve-se aceitar que se dispersar\u00e1 o imensamente importante efeito derivado da unidade de impress\u00e3o \u2014 porque, se forem exigidas duas sentadas, as coisas do mundo v\u00e3o interferir, e a totalidade ser\u00e1 imediatamente destru\u00edda\u201d.<br>O texto se refere \u00e0 composi\u00e7\u00e3o de O corvo e funciona como uma esp\u00e9cie de manual de montagem do mais famoso poema de Poe. Mas essas orienta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m podem se aplicar \u00e0 grande parte da prosa do autor, sobretudo de horror. No caso de A m\u00e1scara da morte rubra, a narrativa n\u00e3o apenas obedece \u00e0 risca a regra da extens\u00e3o, como prop\u00f5e que o leitor realize a leitura no ritmo vertiginoso das badaladas do rel\u00f3gio, rumo ao terr\u00edvel desfecho.<br>Atmosf\u00e9rico, conciso e macabro, A m\u00e1scara da morte rubra sempre foi considerado um dos melhores contos de horror de Edgar Allan Poe. Agora, em tempos de pandemia, a leitura ganha nova e maior dimens\u00e3o, \u00e0 medida em que revela os absurdos da natureza humana \u2014 de hoje e sempre \u2014 frente a amea\u00e7as de grandes propor\u00e7\u00f5es. Mas n\u00e3o interessa a Poe nos dar li\u00e7\u00f5es; \u00e9 seu intuito trazer o desvario \u00e0 tona, para que o contemplemos em toda a sua \u201cmagnific\u00eancia mais extraordin\u00e1ria\u201d. De prefer\u00eancia, na seguran\u00e7a de nossas casas; e a dois metros do ser humano mais pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>*Oscar Nestarez \u00e9 autor e pesquisador da literatura de horror. Publicou &#8220;Poe e Lovecraft: Um Ensaio Sobre o Medo na Literatura&#8221; (Livrus), a colet\u00e2nea de contos &#8220;Horror adentro&#8221; (Kazu\u00e1) e o romance &#8220;Bile negra&#8221; (Pyro), que recebeu o pr\u00eamio de melhor narrativa longa de horror da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror (ABERST).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Fonte: <a href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/Cultura\/noticia\/2020\/04\/mascara-da-morte-rubra-confinamento-e-loucura-em-edgar-allan-poe.html\">Galileu.com<\/a><\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em tempos de pandemia, conto de horror, publicado em 1842, voltou a frequentar cabeceiras pelo mundo. E tem muito a dizer sobre n\u00f3s mesmos. 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