{"id":6517,"date":"2020-07-16T19:06:32","date_gmt":"2020-07-16T22:06:32","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/?p=6517"},"modified":"2020-07-16T19:06:37","modified_gmt":"2020-07-16T22:06:37","slug":"quando-comecamos-a-pensar-sobre-a-morte-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/index.php\/2020\/07\/16\/quando-comecamos-a-pensar-sobre-a-morte-parte-ii\/","title":{"rendered":"Quando come\u00e7amos a pensar sobre a morte? \u2014 Parte II"},"content":{"rendered":"\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><em>Quando a morte chega ao mundo afetivo da crian\u00e7a, al\u00e9m da dor da perda de algu\u00e9m que lhe \u00e9 muito importante e necess\u00e1rio, precisamos considerar a faixa et\u00e1ria da crian\u00e7a<\/em><\/h6>\n\n\n\n<p>Como falamos na \u00faltima semana, \u00e9 necess\u00e1rio que a crian\u00e7a tenha adquirido a no\u00e7\u00e3o de irreversibilidade para que ela comece a pensar na ideia de morte, pois a morte \u00e9 a irreversibilidade por excel\u00eancia. \u00c9 quando a crian\u00e7a come\u00e7a a saber um pouco sobre o morrer. Mas entre a idea\u00e7\u00e3o da morte e a viv\u00eancia da morte e do morrer, guardam uma grande dist\u00e2ncia.<br>Cada vari\u00e1vel que \u00e9 poss\u00edvel ser inclu\u00edda no racioc\u00ednio torna o pensamento mais complexo e mais preciso. O pensamento l\u00f3gico segue a sequ\u00eancia do desenvolvimento cognitivo, cada fase dando lugar \u00e0 pr\u00f3xima, porque precisa das aquisi\u00e7\u00f5es sucessivas. E \u00e9 assim que a crian\u00e7a vai se capacitando a aceder a um pensar cada vez mais complexo.<br>Quando a morte chega ao mundo afetivo da crian\u00e7a, al\u00e9m da dor da perda de algu\u00e9m que lhe \u00e9 muito importante e necess\u00e1rio, precisamos considerar a faixa et\u00e1ria da crian\u00e7a. Com seu pensamento seguindo o racioc\u00ednio concreto, a crian\u00e7a vai alocar a morte daquela pessoa de refer\u00eancia dentro de uma localiza\u00e7\u00e3o concreta. Frequente \u00e9 a resposta que atribui o novo endere\u00e7o numa estrela. Ou o gen\u00e9rico c\u00e9u. Estas respostas de onde a pessoa est\u00e1, no entanto, pode se transformar num ponto de ang\u00fastia, contrariando a inten\u00e7\u00e3o de romancear a dor da perda. Um romance concretizado, o que contempla a fase cognitiva. Lembro a menina de quatro anos que se apresentava como aquela que quando nasceu a m\u00e3e foi l\u00e1 para o c\u00e9u. Mas quando ocorria uma tempestade, a menina entrava em p\u00e2nico porque pensava que era a m\u00e3e que estava zangada e o c\u00e9u podia quebrar e cair em cima dela. Os rel\u00e2mpagos e trov\u00f5es passaram a ser uma amea\u00e7a de puni\u00e7\u00e3o porque havia uma culpa velada.<br>Essa concretude invadindo a ideia de morte tamb\u00e9m pode vir na cr\u00edtica \u00e0 irm\u00e3 mais nova, com doen\u00e7a terminal, por ela n\u00e3o ter ainda preparado os brinquedos que deve levar no caix\u00e3o, para brincar quando ficar sozinha. Se por um lado parece ter a no\u00e7\u00e3o de que a morte da irm\u00e3 vai afast\u00e1-la, \u201cficar sozinha\u201d, por outro esta ideia parcial da morte convive com a concretude do levar os brinquedos preferidos para brincar na morte. Assim, a conviv\u00eancia da ideia abstrata com o concreto evidencia a ainda impossibilidade da no\u00e7\u00e3o de morte, pela n\u00e3o aquisi\u00e7\u00e3o do conceito de irreversibilidade. Portanto, a morte na proximidade afetiva, al\u00e9m da dificuldade que acompanhar\u00e1 pela vida toda a mente da crian\u00e7a, estar\u00e1 diretamente atrelada \u00e0 fase do desenvolvimento psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"666\" src=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/MENINA-CACHORRO.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6518\" srcset=\"https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/MENINA-CACHORRO.jpg 1000w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/MENINA-CACHORRO-300x200.jpg 300w, https:\/\/jornalfatosenoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/MENINA-CACHORRO-768x511.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption><em>A morte no entorno pode estar ligada ao animal de estima\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a (Foto: Olena Klymenok\/Getty Images\/iStockphoto)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A morte no entorno pode estar ligada ao animal de estima\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a. O sofrimento se equipara \u00e0 perda de uma pessoa da fam\u00edlia, porquanto os bichinhos s\u00e3o muito humanizados pelas crian\u00e7as. Esta rela\u00e7\u00e3o com o bichinho \u00e9 muito rica. O animal serve para a proje\u00e7\u00e3o de todo tipo de emo\u00e7\u00e3o e sentimento. E com a vantagem que a retribui\u00e7\u00e3o de afeto \u00e9 garantida. O pet n\u00e3o guarda rancor, e aguenta tudo, quase tudo.<br>Mas quando a morte vem buscar a crian\u00e7a, muitas vezes, ela nos surpreende. \u00c9 uma viol\u00eancia que a natureza comete. Somos mal preparados para perder nossos pais, e somos, completamente, despreparados para perder nossos filhos. Assim como, para a crian\u00e7a, todo mundo nasce, cresce, fica grande, fica velhinho e morre. Esta \u00e9 a l\u00f3gica infantil. No inconsciente coletivo, crian\u00e7a n\u00e3o morre. Mas, talvez, pela imaturidade e pela incompletude cognitiva, a crian\u00e7a com doen\u00e7a grave \u00e9 capaz de caminhar no final com uma for\u00e7a admir\u00e1vel. O olhar do entorno fala o que as palavras n\u00e3o dizem. Mas \u00e9 o olhar que a crian\u00e7a l\u00ea. Ela aprende a lidar com esta expectativa da morte, de uma maneira surpreendente quando ela tem suas perguntas respondidas. \u00c9 perda de tempo se pensar que se engana algu\u00e9m que est\u00e1 no \u00faltimo corredor, mesmo que seja uma crian\u00e7a. Para muitos que t\u00eam uma grande dificuldade de aceitar o que est\u00e1 se desenhando na crian\u00e7a, a sa\u00edda \u00e9 mentir, porque negam a realidade. A religiosidade conforta ao oferecer uma continuidade. Mas a irreversibilidade, descoberta em torno dos sete anos, se imp\u00f5e. Novamente aqui, teoria e viv\u00eancia se confrontam e \u00e9 preciso conciliar estes dois vetores paralelos da vida. Se isto \u00e9 dif\u00edcil para a mente adulta, com todos os seus recursos, para a crian\u00e7a \u00e9 ainda mais dif\u00edcil. Dif\u00edcil s\u00f3 de pensar. A crian\u00e7a, sob a amea\u00e7a de morte ou de morrer, n\u00e3o deve ter minimizada sua ang\u00fastia. E, pior, rir de seu medo, ridicularizando-o. Nunca. O medo da morte \u00e9 constitutivo da vida. O impulso de vida nos faz chorar para abrir os pulm\u00f5es no primeiro momento de vida para evitar a morte ali. E ser\u00e1 este medo da morte que nos manter\u00e1 vivos. Mas, precisamos ajudar a crian\u00e7a a tornar a irreversibilidade, a no\u00e7\u00e3o abstrata de morte, \u00fanica certeza concreta da vida, mais palat\u00e1vel. Com verdades, com acolhimento, sem engana\u00e7\u00e3o, mas do tamanho dos pequenos, verdades compat\u00edveis com seu desenvolvimento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando a morte chega ao mundo afetivo da crian\u00e7a, al\u00e9m da dor da perda de algu\u00e9m que lhe \u00e9 muito importante e necess\u00e1rio, precisamos considerar a faixa et\u00e1ria da crian\u00e7a Como falamos na \u00faltima semana, \u00e9 necess\u00e1rio que a crian\u00e7a tenha adquirido a no\u00e7\u00e3o de irreversibilidade para que ela comece a pensar na ideia de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":6519,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2522],"tags":[3807,2657,771,3806,3471],"class_list":["post-6517","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comportamento","tag-angustia","tag-dor","tag-morte","tag-perda","tag-psicologico"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Quando come\u00e7amos a pensar sobre a morte? 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