“Estados precisam acompanhar as políticas do governo federal”

É o que diz Carlos Manato, pré-candidato ao governo do Estado

Em entrevista à coluna Olhar de uma Lente, do jornalista Haroldo Filho, o pré-candidato ao governo do nosso Estado, Manato, falou — de forma bem objetiva — o que enxerga da atual conjuntura política e social do País. Para ele, apesar das intempéries, estamos numa situação relativamente confortável e, tudo, graças à equipe escolhida a dedo pelo nosso presidente Jair Bolsonaro.
“Todas as narrativas — em relação ao presidente Jair Bolsonaro — estão sendo desconstruídas. Falaram do desemprego e, nesse mesmo ano, foram criados três milhões de novas vagas de trabalho”. Na balança comercial, falavam que o produto interno bruto (PIB) não cresceria, e tivemos, no ano passado, 4,6% de crescimento, um desempenho melhor do que toda a Europa e os EUA, que tiveram expansão de 1,2%. O mundo está sofrendo com a alta dos combustíveis, mas o presidente e sua equipe econômica já estão se calçando. Foram enviadas algumas propostas para a Câmara e para o Congresso dentre elas, o governo pretende zerar o PIS/Cofins da gasolina, assim como fez no diesel e congelar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para amenizar a alta dos combustíveis, resultado da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Antes da guerra o barril de petróleo era negociado na casa dos US$ 96 e, hoje, já passa dos US$ 122, a crise é mundial”, justificou Manato.
De acordo com o pré-candidato, outra falácia sobre o governo Bolsonaro era de que o presidente iria acabar com o Bolsa Família que, antes atendia a 13,2 milhões de famílias, ele fez o contrário. Com o Programa Auxílio Brasil, aumentou o número de famílias beneficiadas que passou para os atuais 17,5 milhões e que recebem com o cartão do Bolsa Família.

“O presidente é sensível às causas sociais, por isso ele faz acontecer”, afirma Manato.
Outro ponto destacado na entrevista, diz respeito à entrega de obras que ficaram paralisadas por décadas e, graças à gestão enxuta e competente da atual gestão federal, possibilitou a finalização de grandes projetos infraestruturais que beneficiaram milhares de brasileiros, renegados e negligenciados por gestões passadas. O principal exemplo foi a entrega das obras da transposição do rio São Francisco.

“A chegada da água está mudando a vida do nordestino… O governo já estuda passar o status da covid-19 de pandemia para endemia. Alguns Estados não estão exigindo a obrigatoriedade do uso de máscara. É lamentável que, aqui, no nosso Estado as coisas andem na contramão, eles ainda insistem no passaporte sanitário. É o chamado desgoverno, andam na contramão do governo federal”, criticou Manato.

Na educação, o governo Bolsonaro deu o maior reajuste da história da educação brasileira, foram 33% de aumento para os professores. “Alguns governadores e prefeitos ‘esquerdopatas’, estão requerendo na justiça que o percentual caia para 7%. O presidente também baixou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) como carros, linhas brancas e, mais uma vez, uma turma do PT, acionou a justiça para que isso não seja concretizado. Como podemos ver, existem muitas narrativas contra o Brasil, mas o nosso presidente está atento. Nosso País está se organizando e crescendo… Estamos nos vestindo de verde e amarelo, percebemos esperança, muita convicção e muita esperança no olhar do cidadão brasileiro… Estamos todos esperançosos”, ressalta.

“A água no Nordeste está chegando através do Velho Chico, através da dessalinização da água do mar e através de perfuração de poços, feita pelo Exército Brasileiro. São pequenas coisas, mas de grande importância para a população, e que vêm elevando a popularidade do presidente”, acrescenta Manato.

O pré-candidato ainda falou do atual governo do Estado, classificado por ele como um desgoverno. “O nosso Estado está dando ordens de serviços de coisas que não estão virando realidade. Não tem licença ambiental, não tem desapropriação. A ânsia de dar muita ordem de serviço (OS) é porque o prazo acaba agora, em 02 de abril. Já são mais de R$ 200 milhões de ordens de serviços que não serão concretizadas, é um desespero. O governador teve três anos e três meses para fazer isso e vem tentando fazer para se promover eleitoralmente, mas o povo não é bobo, está observando tudo. Olha a pavimentação da avenida Abdo Saad, em Jacaraípe, uma bela avenida, mas está desumanizada, reformaram e a deixaram sem sistema de drenagem e de acessibilidade. Enquanto o governo federal humaniza, o nosso governador, desumaniza”, critica.


Na saúde, Manato defende a descentralização da pasta há anos, defendo o fortalecimento dos hospitais e, só agora, eles estão começando a fazer. “Me refiro ao Hospital Geral de Linhares (HGL), no Norte do Estado, e ao Hospital Maternidade de Domingos Martins, Dr. Artur Gerhardt, ao Sul, que o governo deveria ter se apropriado, colocando uma Organização Social (OS), para atender os pacientes de toda aquela região, mas só agora eles estão se mobilizando… Estou gostando, tudo que disse lá atrás, estão correndo agora pra fazer, e isso é bom para a população capixaba. No meio ambiente, as leis para licenciamento são engessadas e, na opinião do pré-candidato, “as licenças de meio ambiente estão muito travadas, eles não estão dando licença ambiental e, com isso, as empresas não estão conseguindo se instalar em terras capixabas. Veja o caso da Eco-101, que precisa de uma licença para alargar em 10 metros, para cada lado, o trecho entre Linhares e São Mateus, na Reserva de Sooretama, mas a concessionária não consegue a liberação do meio ambiente. Como a Eco 101 vai melhorar essa parte da BR-101 Norte se eles criam dificuldades para vender facilidades? Precisamos crescer e isso é possível de forma sustentável. O Estado não pode parar, o Brasil não pode parar”, conclui.
