Já se fala em reeleição presidencial no primeiro turno

Seria precipitação? Não sei, mas o que vimos é o presidente sendo sempre muito bem acolhido e aclamado pela população nas cidades nas quais passa

Nas ruas, já se falam na reeleição do presidente Jair Bolsonaro no primeiro turno e eu acredito. Seria precipitação? Não sei, mas o que vimos é o presidente sendo sempre muito bem acolhido e aclamado pela população nas cidades nas quais passa ou faz uma pausa para lanchar pastel com caldo de cana.
Todos sabemos que não será fácil, falo isso não pelo candidato da esquerda, o ex-presidiário Lula da Silva, que liderou, juntamente com José Dirceu, um dos vários esquemas de corrupção como o mensalão, quando foi presidente. E, para não cair no esquecimento, informar os eleitores mais jovens que o mensalão estourou em junho de 2005, quando o então deputado federal Roberto Jefferson denunciou, em entrevista, que o Partido dos Trabalhadores (PT) pagava 30 mil reais por mês a parlamentares em troca de aprovação de projetos do governo. O chamado “caixa 2”, oriundo de orçamentos de publicidades do setor público, era canalizado por uma agência de publicidade, de propriedade de Marcos Valério, e movimentou, segundo o Ministério Público, cerca de 141 milhões de reais entre empréstimos e depósitos bancários para o exterior.


O fato é que, quando falo de dificuldades refiro-me às manobras políticas, jurídicas e midiáticas que a todo instante são desenhadas, ou melhor, rabiscadas por uma esquerda desesperada e perdida, protagonizada pelos ventríloquos Rodrigo Pacheco, presidente do Senado e Arthur Lira, presidente da Câmara, os ministros do mais novo partido, o Partido Supremo Tribunal Federal (PSTF), os veículos de comunicação, que sempre esbanjaram recursos de estatais e, hoje, lutam para retornar às tetas gordas do Estado e, por fim, os institutos, que divulgam números estarrecedores, que beiram o ridículo, e nos fazem pensar que devem estar questionando eleitores de outro país e não os nossos.
O importante é que o povo está esperançoso, não é momento de mudança, precisamos acreditar e apoiar. As projeções são boas e as medidas necessárias estão sendo tomadas. A Carga Tributária, em três anos, terá redução de R$ 62,9 bilhões, o governo promoverá a redução geral de 25% das alíquotas dos produtos classificados nos códigos relacionados na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produto Industrializados (Tipi): R$19,5 bilhões para 2022; R$ 20,9 bilhões para 2023 e R$ 22,5 bilhões para 2024, gerando mais postos de trabalho.
O tráfico de entorpecentes está sendo combatido. A Polícia Rodoviária Federal realizou, na terça-feira (10), uma apreensão histórica na região de Santa Inês (MA). Foram cerca de 276 quilos de cocaína, totalizando um prejuízo de milhões para a quadrilha.



Na saúde, o Programa Médicos pelo Brasil, depois de Nova Friburgo (RJ), chegou ao Estado do Maranhão, ou seja, chegou em locais com dificuldade de demanda profissional e com alta vulnerabilidade social. Ao todo, o Governo Federal investiu cerca de R$ 783,6 milhões na iniciativa que disponibiliza mais de 4,6 mil vagas em todo País.
Em síntese, o Brasil está sendo conduzido primorosamente e com muita responsabilidade pelo presidente. Pegou uma pedreira pela frente que foi a pandemia e, apesar de vários governadores como Renato Casagrande (PSB), terem decretado, com fins eleitoreiros, o LOCKDOWN, ou a política do fique em casa, a economia a gente vê depois, o governo conseguiu superar e fez o País avançar.
E, por fim, mais uma vez, Bolsonaro mostra que um líder precisa, além de coragem, saber tomar decisões necessárias no momento certo. Mudou o comando do Ministério das Minas e Energia, com o intuito de dar continuidade ao processo de desestatização da Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras). Uma decisão mais que acertada, uma forma de conseguir baixar os preços dos combustíveis e derivados. A concorrência é saudável para a dinâmica do mercado livre, onde há concorrência, há qualidade e queda nos preços, é a regra do jogo.

Não adianta se espernear, gritar e muito menos conspirar, a realidade é que o presidente conta com aprovação de mais de 80% do eleitorado e com chances reais de se reeleger já no primeiro turno.
Comemos coisas azedas no passado e podemos extrair coisas boas dessa indigestão. Despertamos para a política e estamos entendendo melhor o processo. Hoje, conhecemos de longe os malfeitores e aprendemos que o voto é muito mais que um simples apertar de teclas. Afinal, o problema não é errar, mas permanecer no erro!
