Política

2022, ano de muita responsabilidade

Quando vemos que a revolta dos opositores é baseada apenas em seus próprios interesses, acreditamos mais ainda que o País está no rumo certo

2022, o ano da responsabilidade social. Digo isso porque, em outubro, elegeremos os que nos representarão nas esferas federal e estadual. É mais que importante que você conheça bem o candidato ao qual você dará o seu voto. Sua escolha fará toda a diferença no futuro da sua família, do seu vizinho e dos outros 220 milhões de brasileiros.
Estamos num momento no qual o jogo de interesses partidários toma conta dos noticiários televisivos e das redes sociais. Pequenos grupos, que no passado se digladiavam [PT x PSDB x PSB x PDT], hoje se beijam e se acariciam para tentar retomar o poder. Mesmo que tomando ovadas da população, sem nenhum escrúpulo, disparam narrativas e falácias contra o atual governo. Viram a CPI da Covid-19, na qual a falta com a verdade esteve, a todo momento, na cara dos senadores Omar Aziz, Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues e companhia? Quando o senador Marcos Valério falava dos governadores e prefeitos, os digníssimos senhores desconversavam.
Os nervos dos eleitoreiros e seus simpatizantes estão aflorados. Artistas e cantores, que se beneficiavam com a farra da Lei Rouanet, hoje usam sua popularidade para minar e denegrir o chefe do Executivo nacional, sem um pingo de patriotismo, visando aos próprios umbigos e tanto faz se vai ferrar ou não o povo. Afinal, perderam as benesses da lei, que tem o propósito de distribuir recursos, oriundos do governo federal, a pequenos artistas e produtores culturais. Mas, como sabemos, os contemplados eram uma minoria privilegiada pelos governos anteriores e de emissoras que, por décadas, dominaram as audiências com informações manipuladoras. Um esquema que só era possível pelo padrão tecnológico contraído de linhas de financiamento bilionários de bancos públicos, endossados por políticos corruptos.
O desespero dos ‘esquerdopatas’ é nítido. Na última segunda-feira (03), o ator José de Abreu, tuitou, comemorando a internação do presidente Jair Bolsonaro no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, dando como certa sua morte, e a jornalista Miriam Leitão, que avaliou como um “exagero” e “extravagância” o ato de trazer o cirurgião do presidente Jair Bolsonaro do exterior para atender a um problema de saúde que, para ela, “nunca pareceu grave”. É o famoso ‘pimenta nos olhos dos outros é refresco’.

Petrobras no ES, custo estimado da obra em R$ 800 milhões já ultrapassa de R$ 1,8 bilhão (Foto: Wikimapia)

Anistia política
Quanto à jornalista, é fácil entender o desespero, pois corre sérios riscos de perder a mamata da chamada ‘Bolsa Ditadura’ — benefício imoral, concedido a ex-bandidos e ex-terroristas — criada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que foi o primeiro a se beneficiar dessa teta, mesmo tendo ficado preso apenas algumas horas no Departamento de Ordem Política e Social (DOPS).
Além dele, alguns nomes como Lula, Dilma, Zé Dirceu, José Genuíno, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Marieta Severo e outros jornalistas, como a própria Mirian Leitão, mensalmente surfam nessa onda, recebendo valores que ultrapassam o teto constitucional de R$ 33.763,00 e ainda são isentos de Imposto de Renda. Um absurdo, que muitos teimam e insistem em não ver.

Ponte do Arunã, em Rondônia, sobre o Rio Madeira (Foto: Divulgação/MInfra)

Esquema
Em uma live, o presidente Jair Bolsonaro jogou um escândalo no ventilador — desconhecido pela grande maioria dos capixabas — que envolve a construção da Unidade de Operações da Petrobras em solo capixaba, localizada na Av. Reta da Penha. Ele disse que, entre 2006 e 2011, o prédio da UO Petrobras-ES, que tinha um custo previsto de R$ 800 milhões para a construção do complexo, já está em R$ 1.800.000.000,00 (um bilhão e oitocentos milhões de reais), e que faltam ainda R$ 250.000.000,00 (duzentos e cinquenta milhões de reais) para sua conclusão. E o pior é que a obra está num terreno alugado pela bagatela de R$ 1.700.000,00 mensais (um milhão e setecentos mil). “Isso que acontecia no passado, contribui para o preço do combustível nos dias de hoje”, afirmou o presidente.
Todos sabemos que isso é apenas a ponta de um dos icebergs. A esquerda teve seu momento, agora precisa entender que o chefe de família, o trabalhador, o empresário, o empreendedor, o universitário, estão fartos de corrupção, de bandidagem e de larápios de dinheiro público. Tiveram a oportunidade de deixar um legado positivo, mas preferiram a obscuridade, optaram pelo suborno e pela indecência. Caminhos esses que os levaram ao escorregão e, consequentemente, à lona. Essa corja deve desculpas ao povo brasileiro pelos sucessivos rombos em instituições que sempre nos orgulhamos como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, os Correios, Itaipu, o BNDES, a Petrobras, a Eletrobras, a Conab, a Infraero, e pelos quase 16 anos de desserviços prestados à nossa nação.

Transposição do Velho Chico (Foto: Diário do Sertão)

Estamos há três anos sem notícias de corrupção, antes ocorriam diariamente. A transposição do Velho Chico, depois de tantos anos, está sendo entregue ao sertanejo, que foi açoitado naquele sol escaldante e pela indústria da seca; investimentos vultosos estão sendo feitos na malha viária nacional; as instituições mencionadas, que antes foram surrupiadas, hoje estão com saldo positivo; obras que nunca saíam do papel, caminhoneiros de todo canto do País fazem questão de mostrar e agradecer; o bem público está sendo respeitado e, por fim, o mais importante: o patriotismo, que por décadas estava no baú do esquecimento e hoje está retornando para o lugar de onde nunca deveria ter saído: o coração de cada cidadão brasileiro.
Deixemos a esperança governar!

Haroldo Cordeiro

Haroldo Cordeiro

Jornalista – DRT: 0003818/ES Coordenador-geral da ONG Educar para Crescer

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