Política

Indignação

Por Ton Costa

A cada dia que passa, percebo que os brasileiros realmente não exercem a cidadania com dignidade. Um ex-ladrão e ex-condenado (se é que existe isso) é presidente, então me pergunto “cidadania, na verdade, é o que nesse País? Falaram tanto sobre liberdade de expressão durante o governo Bolsonaro e vimos ele ser massacrado pela mídia do País e não calou nem censurou ninguém.

Ao contrário do ex-presidiário, que nem no poder ainda estava e, chancelado por um Supremo Tribunal Federal totalmente tendencioso, conseguiu calar inúmeras vozes que simplesmente não concordavam com o sistema. E agora, como ficará a comunicação nesse mandato, realmente haverá ou será massacrada?

Nesta eleição, percebi que o povo realmente não conhece a realidade na qual vive. Parece que vivem em um mundo paralelo, cristãos e não cristãos apoiando um ladrão a troco de promessas pífias de picanha e cerveja, é o que basta para eles. Fico indignado com a tamanha falta de sabedoria. Educação, saúde e segurança pública voltarão a ser uma lástima! Mas é aquilo “bandido vota em ladrão!”.

Agora, todos nós, apoiadores do presidente Bolsonaro, teremos uma decaída de seguidores nas redes sociais, que é o que eles querem, que nossos seguidores não recebam atualizações e fiquem alheios à realidade. Essa é essa tática! Sermos bandidos e termos a nossas redes sociais banidas. É uma total inversão de valores “é o rabo abanando o gato e o poste mijando no cachorro”.

Contudo, eu tenho uma opinião sobre tudo isso. “Que se dane a queda de seguidores, que se lasque o Instagram, ele não me define, não perco a minha honestidade, integridade o meu caráter. Instagram é nada, é zero perto quem eu sou. Se ele está derrubando os conteúdos, estão censurando os posts, tenho YouTube, TikTok, outras redes sociais para opinar!”.

Para mostrar toda a falácia e falta de compromisso da mídia com a verdade, deixo aqui palavras de uma expoente da vergonha que se tornou a imprensa brasileira. “Havia impressão de que Lula levaria o País à esquerda, mas foi ele que teve que ir para o centro, até para a direita”, disse a jornalista Mônica Bergamo.

Os favoritos a levar governos eram a maioria de direita, exceto no Nordeste, os Parlamentos vêm caminhando para a direita”, discurso que foi comprado pela população mais carente e sofrida do território brasileiro que é o Nordeste, governado há décadas por políticos de esquerda e que detém os piores índices em todas as áreas no Brasil.

“O susto foi não ter uma onda lulista, mas o recado é que o bolsonarismo não era uma onda, mas um movimento que se cristalizou e consolidou”, disse o professor Wilson Gomes. “Os ministros e deputados mais visíveis do bolsonarismo foram eleitos estrondosamente”.
Fecho meu texto com esses relatos.

Ton Costa
Designer e Editor Gráfico

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