Por Mário Vieira E aos poucos, de forma lentaE paulatina, sem percebermosOu nos darmos conta, entramosNa era do ressentimento e doMal-estar contemporâneo Nos isolamos e nos apossamosDa verdade absoluta, passamosA julgar, a ofender, a praguejarE nos cancelamos sem cessar Nos encastelamos na vã
Por Mário Vieira Estou só, totalmentesozinho, estou mesmodespido de máscaras,completamente nu edivorciado de falsaspromessas tolas e vãsexpectativas ilusórias Estou solto, totalmenteliberto das amarras doódio, do apego, da paixãoe do preconceito estéril eignóbil que maltrata e queacrisola Estou leve, livre e solto,agradecido e satisfeito,na verdade, eu nunca mesenti tão
Por Mário Vieira Solidão amiga e fielcompanheira dos diasvazios, irmã solidária ecanina da horas opacas,sábia conselheira dasnoites insones Incômodo aguilhãodos anos vencidos, sejabem-vinda em minhacasa, sente-se e fiqueà vontade Tu, mesmo solidão silentee taciturna, que sabemosbem, não é amizade paraqualquer um, por isso nãofaça cerimônia, pois há muito,você já era
A poeta e contista ganhou notoriedade nacional já com 90 anos de idade Esta Sexta-Feira da Paixão, 10 de abril, marca a passagem dos 35 anos de morte de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, mais conhecida pelo pseudônimo de Cora Coralina.A poeta e contista ganhou notoriedade nacional em 27 de dezembro de 1980, já […]





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