Vila de Itaúnas, distrito do município de Conceição da Barra, no Espírito Santo O martem o poderde refrigerare aliviar a alma Ele nos fazviajar no vooda gaivotaque passa ao léu Ele lava o corpoe cura a almao sal das águastrata as feridas docorpo e do espíritoenquanto dissipaas energias
Demorarum tantoRespirarfundo epausadamente Relaxare curtir omomento MeditarRefletir e pensarna vidademoradamente Desligare aproveitara pausa do diasaborosamente Contemplara natureza eas dunas encantadas ouvir o somdos ventosnamorandoestrelas (Foto: Arquivo pessoal)
Eu poderialhe dizer milpalavras deafeto Combinardezenas defrases de fée mensagensmotivacionais Mandar-lhecentenas debeijos e abraços,emojis e figurinhasde WhatsApp Eu poderiafazer diversosgestos de pazcom os dedos Caras e bocas,símbolos deamor e defraternidade Fazer poesiase poemas quefalem de fime de recomeço Desejar-lhe,como sempre,apenas maisum ano novo Mas, este
De onde seráQue procedem,Fluem ou emanamOs seres Segundo Plotino,De um princípioSupremo, divinoOu “O Um”(Absoluto) Derivam sempreDe forma contínuaE sistemática, dessaFonte, sem que elaSe esgote Assim pensando,O festejado filósofoInfluenciou oPensamento cristãoPrimitivo e panteísta Nesta toada,PoderíamosConcluir queTudo tem umaOrigem divina E que emanarSeria
Quanto poder temUma simples teclaEla serve paraImprimir umaMarca, uma letraOu um símbolo Ela serve paraFixar uma marcaAbrir um espaço,Pontuar e iniciarUma frase Ela serve paraImprimir umaMensagem,Exprimir umaIdeia ou umPensamento Ela serve, enfim,Para demonstrarSentimentosEnviar elogios,Gravar poesiasE poemas Escrever letrasDe música eEnviar declaraçõesDe amor e de pazPor
Pelas alas e vielas,Entre corredores eGabinetes, salas eAntessalas dos fórunsE tribunais À esperaDo momento oportunoDa falaÀ espreita na portaCom um olho no padreOutro na missa Na expectativaDa defesa éticaE moral da causa,Sempre em buscaDa justiça Entre o computadorE a tribuna, entreA lei e a justiçaEstes são algunsDos inúmeros encargosDo nobre ofício ComprometidoCom a
Logo cedo nasPrimeiras horasDo dia eu a encontreiCaída num canto Era uma chaveAntiga, um meroObjeto singeloJogado no chãoOu esquecido porAlguém distraído Com certezaUm artefato útil,Porém negligenciadoPor algum guardaDo templo Tentei trabalharE seguir minhaRotina, mas nãoConsegui, foi inútil Passei horasTentando imaginarOu descobrirDe onde seriaAquela chave Mas, que
E assim, sem meDar conta, mais umaVez eu pairava inerteSobre as nuvensRarefeitas da estepe Eu tentava pararO tempo com asMãos e estancarAs horas que corriamSoltas ao saborDo vento Eu tentavaEscutar o mundoE desvendarOs seus segredosCom o ouvidoColado nas areiasEspessas da praiaDeserta da vida Eu queria beberA água pura queBrota impune daFonte fecunda daSabedoria milenar E
As floresDo canteiro pulam,Enquanto na ruaOs pássaros voamPra lá e pra cáNuma dançaNão treinada O vento forteFarfalhaBalançando asFolhas dos coqueirosLoucos e despenteados E o pensamentoVoa no vento, viajaA esmo relembrandoAntigos amoresDo passado Paixões inacabadas,Palavras não ditas,Desejos contidos,Pulsões sufocadasE pendores desfeitos A alma singraDistraída e boiaSem
E o comércioComo sempreFervilhava logoCedo pelas ruasCheias da pacataCidade comNome de Santa Remexia comoGrão-de-bico naPanela quenteE sem tampaDo lugarejo Pessoas iamE vinham seAcotovelando nasBaias, cheias deSacolas penduradasPelos braços Compravam tudo,O que podiam e oQue não podiam,Desfilando impunesEntre o supérfluoE o necessário E numa dança louca,Frenética e











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