E assim, sem meDar conta, mais umaVez eu pairava inerteSobre as nuvensRarefeitas da estepe Eu tentava pararO tempo com asMãos e estancarAs horas que corriamSoltas ao saborDo vento Eu tentavaEscutar o mundoE desvendarOs seus segredosCom o ouvidoColado nas areiasEspessas da praiaDeserta da vida
E o dia raiara fulminanteOs passarinhos animadosCantavam a plenos pulmõesE os botões das floresDesabrochavam com presa Até parecia queA vida estavaAtrasada e precisavaCom urgência exibirToda a sua pujança Os raios solaresAtingiam grandeParte das criaturasQue ainda seEspreguiçava Nuvens esparsasDecoravam um céuDe azul anil, fumaçasBrancas escapavamPelas chaminés dasCasas e
Entre as sugestões estão a inserção de objetos para refletir a radiação e o clareamento de nuvens para rebater os raios solares Por Alessandro Di Lorenzo A luta contra o aquecimento global tem se mostrado bastante desafiadora. São inúmeros obstáculos, desde políticos até econômicos. Mas agora uma ideia digna de Hollywood está sendo cogitada para reduzir a temperatura […]




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