Já ouviu falar que o vento o eleva a maiores altitudes?As aves que voam contra o vento desejam subir cada vez mais alto.Assim também devemos agir em relação às adversidades, aos sofrimentos, às angústias e afrontas que encaramos a cada dia. Os percalços são como ventos fortes e tempestades que
Demorarum tantoRespirarfundo epausadamente Relaxare curtir omomento MeditarRefletir e pensarna vidademoradamente Desligare aproveitara pausa do diasaborosamente Contemplara natureza eas dunas encantadas ouvir o somdos ventosnamorandoestrelas (Foto: Arquivo pessoal)
E assim, sem meDar conta, mais umaVez eu pairava inerteSobre as nuvensRarefeitas da estepe Eu tentava pararO tempo com asMãos e estancarAs horas que corriamSoltas ao saborDo vento Eu tentavaEscutar o mundoE desvendarOs seus segredosCom o ouvidoColado nas areiasEspessas da praiaDeserta da vida Eu queria beberA água pura queBrota impune daFonte fecunda daSabedoria milenar E
As floresDo canteiro pulam,Enquanto na ruaOs pássaros voamPra lá e pra cáNuma dançaNão treinada O vento forteFarfalhaBalançando asFolhas dos coqueirosLoucos e despenteados E o pensamentoVoa no vento, viajaA esmo relembrandoAntigos amoresDo passado Paixões inacabadas,Palavras não ditas,Desejos contidos,Pulsões sufocadasE pendores desfeitos A alma singraDistraída e boiaSem
Os dias passamLentos e as horasEscorrem vaziasE sem graça semVocê por perto As pessoas já nãoSão mais as mesmasE eu quase não maisReconheço os lugaresQue antes eramSomente nossos As palavras se repetemE já não me dizem nada,Pois, há muito tempoPerderam o valor e oSentido Já não há mais ideais,Romances ou propósitosA seguir, todos os símbolosPerderam […]
O sol se esconde na montanha,O mar repousa intrinsecamente;A canção do bem-te-vi alerta,Para estrelas que surgem imponentes. Eu caminho entristecida,Em cada passo na terraDiante de cada paisagem exuberante,Diante de tanta dor emudecida. O vento sopra com estranheza,Mediante as flores mais atrevidas.Toca a minha face sem beleza,Distrai a mente aborrecida. Não há palavras
E o dia maisUma vezAmanheceraPreguiçoso,O vento sopravaLento entre uivosDe um choroLamurioso As nuvens seAglomeravamEm tons cinzasCom cara deAmeaça velada O galo aindaNão cantaraE o meu cãoCaramelo, nemSequer saíraDe sua casinha Algumas gotasDe orvalho batiamNa janela do quartoE escorriam peloVidro feito choroDe mulher novaAbandonada O dia era trevosoE fazia tremer oChão e
Em uma noite escura o vento sopra sorrateiro por entre as ruas vazias, porém, ele carrega mais do que se pode imaginar, o próprio mal em forma de sombras que rasteja em busca de um abrigo, um alimento e, principalmente, oportunidades que surgem de mentes desequilibradas. Por horas, o mal caminha para cumprir o seu […]
O tempo maisUma vez, passouLigeiro como umMensageiro doVento que correApressado sobreAs patas de umCavalo De repente,Como num galopeA manhã que eraVirgem se fezVespertina e a tarde,Ainda mocinha,Sem sequer pedirLicença, anoiteceu O janeiro virouMaio, enquantoQue o mês deJunhoPrecipitou-seSobre o natal,O verão virouOutono e o frioEncheu-se de florQuando ninguémEsperava E o
“Durante a fuga, Mel conseguiu abrir a porta e sair da mansão. Nos jardins ela observou todos os lados e decidiu sair pelo portão principal. Ela usou uma força imensa para movê-lo até que o seu corpo conseguiu atravessar. Após sair ela o fechou novamente e correu em direção ao vilarejo. A caminhada foi exaustiva, […]











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