Na vida,As coisas nãoTêm muito valorEm si Na verdade,O verdadeiroValor está nasPessoas, nasConexões e nosRelacionamentos Na amizade,No respeito,No cuidado eNa consideração Nas paixões eNos prazeres,Na contemplaçãoDa natureza, naApreciação do justo,Do bom e do belo No carinho,Na singeleza,Na
Desde garoto sempre acalentei o “sonho” do carro próprio. Eu sempre fui aficionado por carros. Mas a grana era curta e o meu primeiro veículo foi um fusca. Veículo este adquirido com meus primeiros salários e com a ajuda de papai. E, assim, começou a saga com os “fuka” na minha vida. O primeiro espécime […]
Perco-meRevirando gavetas,Revendo fotos eRelendo cartasQue recebi e queEnviei para nãoSei quem Revejo imagensOpacas e retratosAmarelados peloTempo numaVelha gaveta doQuarto Forço a memóriaNuma viagem inglóriaE insisto em vãoRememorar o passado Lembro de paixõesQue se foram, revisitoAntigos amores dosQuais já nem meLembro o nome eRevejo lugares queJá não existem mais
Do nadaMe veio a boaE velha saudade,A doce lembrançaNostálgica do queNão vivi, o barulhoEnsurdecedor doQue nunca disse Vultos embaçados,Figuras desconexas,Bolhas ilusórias eMomentos fugidiosDe pura felicidade Cacos de insólitaMemória e banhosCaudalosos de alegriaE espumas de raraFelicidade DevaneiosEsparsos, sonhosIrrealizáveis ePensamentosRomânticos,Seguidos deEspasmos
Ele viveuHá muitos anos,No passadoNão possuíaCasa nem roupas,Nem ouro e nemJoias Era totalmenteAvesso à religião,À autoridade e àsConvenções sociais,Não ligava para título,Honra ou glória Dizem que moravaNum barril e vivia deEsmola, que viviaComo um cão e que,Mesmo assim, fezEscola Que era livre,Independente e queBastava-se a si mesmoE que desdenhava atéMesmo da morte Que
Todo fim de ano é a mesma coisa, a mesma correria pelas compras natalinas em meio a um turbilhão de mensagens de fé, de paz e esperança, acompanhadas de inúmeras notícias dos próximos apocalipses nossos de cada dia que vão se acumulando. É que o famigerado medo da morte e a ansiedade diante do desconhecido […]
O seu rostoEra suave,Apesar daAparência grave A seriedadeDa face pálida,Porém, não eraSuficienteO bastante paraEsconder a suaBeleza rara Os olhos eramNegros e pequenos,Os lábios finosE delicados, jáO nariz pareciaSer desenhado Os cabelosNegros e compridosTal qual a crinaDe um corcelSelvagem lheDavam um certoAr de superioridade O seu corpoEra esguio e delgadoE bastou ela
A superluaMe atrai, oSuperastro meEncanta e meHipnotiza A superluaMe fascinaMe encantaE me embriaga A superluaMe espantaMe toca, meInspira e meSeduz A superluaEnche a noiteCom sua alvura,Adorna o céuCom a sua belezaSem igual eEnfeita a vidaDos enamorados
Cada diaÉ em si umRecomeçoUma novaChance e umaNova oportunidade Cada diaTraz em siUma nova etapa,Um novo cicloE uma novaAprendizagem Por isto,Sempre é tempoDe recomeçar,De replantar e deReflorir E assim comoO sol renascePara nós, todosOs dias, dandoProva irrefutávelDo amor do PaiPor todas as criaturas,Também deveO homem renascerSempre e fazerNova jornada Pois, sempreÉ
Arrasta-se o anoPelas viasInexoráveis doTempoSingra nos maresDa incertezaDe um mundoCada vez maisAgitadoAbre camposE caminhos,Arrasta multidões,Dores, sonhos eCorrentes eCadáveres Fecha ciclosE abre portasE portais,EnquantoConsomeA tudo e aTodos como éDe sua natureza E paraA decepçãoDe muitos,Arrasta-se o anoPara mais um fimDo mundo queNunca se acaba E o terrívelDeus











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