Internacional

Trump diz que terá “honra de tomar Cuba” e critica regime comunista da ilha

O ditador cubano, Miguel Díaz-Canel, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Por John Lucas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (16), durante coletiva na Casa Branca, que acredita que terá a honra “tomar Cuba”. Na mesma declaração, o republicano voltou a criticar o regime comunista cubano e disse que o país está enfraquecido após anos de crise econômica. Trump afirmou que acompanha há décadas as discussões sobre a relação entre Washington e Havana e sugeriu que seu governo poderia ter um papel decisivo no futuro da ilha.

Eu acredito que terei a honra de tomar Cuba. É uma grande honra. Tomar Cuba de alguma forma. Libertá-la. Acho que posso fazer o que quiser com ela, para dizer a verdade”, declarou.

O presidente também descreveu Cuba como um país fragilizado e criticou a liderança política do regime. “É uma nação muito enfraquecida. Tem sido assim por muito tempo, e tem líderes muito violentos”, afirmou. Trump acrescentou que a ilha possui potencial turístico e econômico, mas disse que o país vive uma situação difícil há anos. Segundo ele, a fragilidade atual poderia abrir espaço para mudanças na relação com os Estados Unidos.
Nas últimas semanas, o presidente americano tem afirmado que o regime cubano pode enfrentar uma queda em breve, citando a deterioração econômica e o aumento das dificuldades internas. Washington considera que a crise na ilha se agravou após restrições no fornecimento de petróleo e problemas estruturais no sistema energético.

Cuba começou esta semana com um novo apagão nacional, o sexto em cerca de um ano e meio, segundo dados divulgados por autoridades e especialistas do setor energético. As interrupções têm sido associadas a falhas em usinas termoelétricas antigas e à escassez de combustível, situação que se agravou nos últimos meses.
O ditador cubano, Miguel Díaz-Canel, confirmou recentemente que representantes de Havana mantêm conversas com os Estados Unidos para tentar resolver diferenças por meio do diálogo. Trump também já havia mencionado a possibilidade de negociações, embora continue fazendo críticas duras ao regime cubano.

Fonte: Gazeta do Povo

Luzimara Fernandes

Jornalista MTB 2358-ES

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