O sino tocava longe,oito badaladas secas.Era um reclamo triste,como choro de amor ausente.Um grito sufocado no escuro,pedido de socorro inócuo.Era uma cantilena sentida,típica de saudade mórbida.Lembrava choro de criançaabandonada ao vento.Um gemido romântico,daqueles que não se ouvem
Eu não souAlegre nemSou triste, euSomente viajoAcordado nosSonhos alheios Eu sou umaTestemunhaOcular do tempoQue voa, euAssisto a tudoE sofro caladoUma dor queNão é minha Eu acho graçaNo mundo e rioDos meus própriosReveses e infortúnios Eu agradeçoPor tudo eRegozijo-me comA felicidade dosOutros Eu choro sozinhoNo quarto escuroDa alma e escrevoNo canto da folhaEm branco
50% dos brasileiros entrevistados disseram que se sentem solitários, pior índice entre 28 países Os brasileiros são o povo que mais se sente solitário, de acordo com os resultados de uma pesquisa que ouviu 23 mil pessoas de 28 países. Segundo o levantamento, realizado entre 23 de dezembro do ano passado e 8 de janeiro […]




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