Para Aristóteles, o homem estaria no topo da escada da criação, pois, além da capacidade de crescer, se alimentar e se multiplicar ele tem a capacidade de observar o mundo que o cerca e de se locomover na natureza. E, segundo o renomado escritor Jostein Gaarder em sua festejada obra “O Mundo de
A amizadeÉ um bálsamoUm raro perfumeQue se espraiaPela existênciaDa gente A amizadeÉ uma joia raraDifícil de serAchada, masQue quandoEncontrada deveSer preservada A amizadeÉ uma florExótica queDeve serCultivada emNossos corações A amizadeÉ música suavePara os ouvidosQue serve paraEmbalar a vidaE colorir osNossos sonhos A amizadeÉ um tipo de amorGratuito e semErotismoAh,
Semicerrei os olhosE estiquei a vistaPara muito além dosLimites dos meusParcos sentidos Fiz um silêncioAbsurdo, quaseSepulcral, prendiA respiração e meMantive inerte,Totalmente paralisado Concentrei-mePor completo naCena e esperei aflitoPor um mero sinalDe sua inextinguívelPresença
Pingos de cristalQue escorremChorosos pelasFolhas das plantas Gotas benfazejasDe vida que inundamA terra fazendo brotarOutros tantos tiposDe vida por aí a fora Lindas lágrimasDa natureza queSaciam a sede dasPlantas e dos animais Bocados de águaQue nutrem, refrigeram,Alimentam e tornamPossível a vidaEm todo o ecossistema Minúsculos pedaçosDe chuva curativa eCriadoraBendita,
Para que tantasPreces, tantasRezas, súplicas,Prédicas e orações? Para que tantasMissas, tantos ritos,Tantos cultos, tantasImagens, velas e sermões Para que tantasPalestras e cerimônias,Ofertas e jejuns, tantosPedidos e tantasPromessas vãs? Para que tanta fé,Tantos sacrifícios,Tantas catedrais dePedra e tanta devoção Se tais atos nãoDerivam da almaE do coração, seVocê não
Todo ano éSempre assimNo mês de agosto Quando nuvensAcinzentadas seMisturam com osPrimeiros raiosAvermelhados doSol é porque estáFrio no céu Onde avesCorajosas fazemVoos tímidos eReforçam os seusNinhos que ameaçamCongelar Mas, é um frioBom, pois, éTempo de reflexão,Tempo de agasalharA alma Hora de cuidadosConsigo mesmoE de protegerAqueles que nosSão caros É tempo de pazE
A leitura me completaEla me faz viajar porCulturas inimagináveisE por lugares distantesSem sair do lugar Ela rasga o véuDa minha ignorânciaE amplia o meuRepertório, enquantoAlarga os meus horizontes Ela me traz informaçõesE diversos saberes,Aumentando o tamanhoDo meu mundo Ela me distraiE ao mesmo tempoMe cura, funcionandoComo um refrigério paraA alma sequiosa Ela me
Urge praticarA metanoia, aTransformaçãoEssencial do caráterE do pensamento É preciso reverOs atos praticadosAté então e realizarA mudança necessáriaRumo à ascensãoEspiritual desejada Abandonar o homemVelho cheio de vícios,De desejos e de pulsõesPelo homem novo, pelo“Eu” consciente e renovado Substituir o Ego peloSelf, o ter pelo ser,A forma pela essência
No espaçoEntre o gritoE a vozEntre o marE foz do rio No hiatoEntre o risoE o abraçoNo intervaloEntre o beijoE o afeto Na pausaEntre o corpoE a alma, entreO berço e o túmulo,Entre o infernoE o paraíso No interlúdioEntre a imagemDo barco e o focoNas ondas da praia Num piscarDe olhos entreO desejoE a paixão […]
Tudo flui,Tudo escorreTudo passaE tudo vai Tudo mudaTudo está emConstanteTransformaçãoNo mundo Tudo acaba,Pois tudo temInício, meio eFim E assim, um diaTudo finda, tudoSe extingue e tudoMorre, para maisUma vez mudarDe novo Para transformar,Ressurgir, renascerE começar tudo deNovo, como no eternoRetorno de Nietzsche











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